domingo, 10 de janeiro de 2010

Escultura do boitatá reforça legado de Franklin Cascaes na UFSC




Uma escultura de 13 metros de altura representando o ente folclórico conhecido como boitatá vai integrar o espaço visual da UFSC. O lançamento do projeto aconteceu na manhã da quarta-feira (05/11/09) no Centro de Cultura e Eventos da Universidade. Projetada pelo artista plástico Laércio Luiz da Silva, a obra "Boitatá Incandescente" possui estrutura metálica e será construída a partir de vigas de ferro em forma de I retiradas da ponte Hercílio Luz durante os trabalhos de reforma. A escultura ficará no lago entre os Centros de Eventos e de Convivência.



          Maquete do Lago da UFSC



O projeto "Boitatá na Ilha da Magia" foi idealizado por Laércio Luiz há 10 anos, com o objetivo de homenagear um grande nome da terra, o artista e pesquisador Franklin Cascaes. Apesar da proposta contar com aprovação do Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina, demorou muito tempo para sair do papel. Agora, dentro dos festejos referentes ao centenário de nascimento de Cascaes, ela será executada. Ao apreciar a maquete do projeto, João Evangelista de Andrade Filho, administrador do MASC, fez o seguinte comentário: "A peça pelo que me foi dado apreciar guarda um vínculo de linguagem com a arte gráfica de Cascaes, o que a torna particularmente interessante." A obra faz uma releitura dos escritos de Franklin Cascaes acerca do boitatá, entidade cuja gênese o museólogo Gelcy Coelho, o Peninha, identificou na cultura de base açoriana, que “sempre foi influenciada por aspectos do imaginário dos indígenas e africanos”. O arquiteto e professor César Floriano dos Santos, colaborador de Laércio Luiz no projeto, ressaltou que a obra possui uma “linguagem altamente contemporânea” e será montada de forma a ser bem visualizada e fotografada pelos visitantes da Universidade.



O artista – Laércio Luiz dos Santos nasceu em São João Batista, no Vale do Tijucas, e é reconhecido nacional e internacionalmente por seu estilo nada convencional. Desde muito cedo mostrou aptidões para a arte. Aos nove anos, movimentou a cidade natal com a projeção de uma fotonovela utilizando uma lata de banha sem o fundo, vela e um carretel com as imagens. De lá partiu para o mundo, onde possui trabalhos selecionados em berços da arte, como Amsterdã. Curioso e criativo, é autor do projeto de uma casa feita com fibras de bananeira, que a Universidade de São Paulo mantêm em exposição. Seu currículo inclui também inúmeras participações em muitas mostras e feiras.

Outras informações podem ser obtidas pelo fone 3721-9360, ou com Laércio pelo fone 9060-6890.


Por Mara Paiva e Paulo Clóvis Schmitz / Jornalistas na Agecom

Fonte: Agecom UFSC

3 comentários:

Anônimo disse...

Meu que cú , como uma coisa desta passA,QUANTA BURRICE

Anônimo disse...

MICO NA UFSC
PARABÉNS PELO TRABALHO MARAVILHOSO E A SATISFAÇÃO VER PROFISSIONAIS SÉRIOS... DIVERSAMENTE DO QUE SE APRESENTA COMO ARTE NA UFSC, VEJA O CASO DO BOITATA IN(CAN)DE(S)CENTE DOS SRS. LAÉRCIO LUIZ & CESAR MARIANO... A MEMÓRIA DE FRANKLIN CASCAES ENXOVALHADA , USAM SEU NOME COMO ITEM DE EDITAL... UM GANCHO QUE EMBOLSA VERBA DO GOVERNO...MICO OU SAFADEZA?

Anônimo disse...

A QUESTÃO:
O CASO DO BOITATA IN(CAN)DE(S)CENTE DOS SRS. LAÉRCIO LUIZ & CESAR MARIANO... A MEMÓRIA DE FRANKLIN CASCAES ENXOVALHADA , USAM SEU NOME COMO ITEM DE EDITAL... UM GANCHO QUE EMBOLSA VERBA DO GOVERNO VERGONHA
resposta:
Quando foi apresentado ao Funcultural, do governo do Estado, o projeto“Boitatá na Ilha da Magia”, referente apenas à escultura, estava
orçado em R$ 126 mil. O projeto de paisagismo complementar à obra foi patrocinado pela
UFSC, com investimentos de R$171.904,00. Usaram um laranja é isso mesmo todo mundo mamou no Boitatá do Cascaes e o tanso do Laércio ficou de laranja porque o retardado é megalo e acha que é artista , interna ele cara