segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

ERRO Grupo apresenta Buzkashi

Buzkashi
• Dia 13 de dezembro às 17h30min na Rua Conselheiro Mafra, em frente ao Center Magazine

• Dia 14 de dezembro às 17h30min, na Rua Trajano ,em frente às Casas Bahia.

• Dias 15 de dezembro, às 17h30min, na Rua Felipe Schmidt, na altura da Igreja São Francisco.

• Dia 16 de dezembro, às 12h, na Rua Trajano, em frente às Casas Bahia.

• Dia 17 de dezembro às 12h na Rua Felipe Schmidt, na altura da Igreja São Francisco.

• Dia 18, às 12h, na Rua Conselheiro Mafra, em frente ao Center Magazine – Centro de Florianópolis.


Em Buzkashi, tudo gira em torno de objetos e todas as ações humanas são realizadas através desta relação obsessiva. O objeto preenche e decepciona simultaneamente, se designa a um mundo real, mas também a sua ausência. O objeto possui um papel dramático, é um ator com papel principal.

Buzkashi é uma releitura do jogo homônimo do Afeganistão que consiste em dois times de jogadores, montados a cavalo, na disputa pelo corpo e pedaços de um bode morto, cuja tradução literal para o português é “pega-bode”. O vencedor deste jogo milenar é aquele que reunir mais partes do animal. Ao final, os times e a torcida reúnem-se para comer o bode, o objeto de disputa.

A intervenção ocupa uma rua com o elenco, que joga o jogo proposto, a disputa de um objeto, e os performers que realizam ações específicas, contínuas, reflexos do jogo. Isto proporciona um ambiente de tensão que arma uma zona propícia para a reflexão sobre os conflitos em nossa sociedade que giram em torno da posse de objetos e territórios.

Apresentado pela primeira vez em 2004, Buzkashi foi o segundo trabalho escolhido para ser apresentado no projeto Manutenção do ERRO, pois o grupo o vê como uma obra que reverenciou a união entre as linguagens pesquisadas pelo ERRO, ou seja, as artes cênicas e plásticas diluídas em intervenção urbana, estabelecendo, portanto, uma fusão mais elaborada entre as linguagens artísticas do grupo, suas bases de pesquisa, como o Enviromental Theater e as experiências da Internacional Situacionista, construindo a poética do ERRO.




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