Pular para o conteúdo principal

Boxeador Orlando Cruz assume homossexualidade e diz ter orgulho de ser gay



Orlando Cruz,Boxeador de Porto Rico, 31 anos, é o atual dono do cinturão latino da Organização Mundial de Boxe (OMB), número 4 do mundo na categoria peso pena e representou Porto Rico nas Olimpíadas de Sidney, em 2000. Com 24 anos de carreira, 21 lutas, 18 vitórias, duas derrotas e um empate. Com nove vitórias por nocaute, o pugilista não teve medo em sair do armário e se tornar o primeiro boxeador gay profissional a se assumir gay no auge de sua carreira.


"Tenho lutado por mais de 24 anos e enquanto continuo na minha carreira ascendente, quero ser honesto comigo. Quero tentar ser o melhor modelo possível para as crianças que procuram o boxe como um esporte e uma carreira profissional. Sempre tive e terei orgulho de ser porto-riquenho. Sempre tive e terei orgulho de ser um homem gay", afirmou o lutador em um comunicado. O esportista agradeceu ainda o suporte de amigos e de sua família, que possibilitaram ele ser feliz como é.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

FOTOMONTAGEM FLORIANÓPOLIS FRIA NO INVERNO...

FLORIANÓPOLIS TÁ FRIA...

Preciso me esquentar logo e como diz a Marilyn Monroe "Ter uma carreira é maravilhoso, mas ela não pode te aquecer numa noite fria." ... enfim ai que frio GOSTOSO.
SÓ QUE SOZINHO, AI AI...

FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO.

O Festival Palco Giratório Sesc traz a Florianópolis 30 dias de programação intensa e gratuita, com apresentações de teatro, dança, circo, intervenções urbanas, oficinas e arte. Confira a agenda completa e aproveite: www.sesc-sc.com.br/palcogiratorio

ACONTECENDO AGORA!

    :A LUVA E A PEDRA
Espetáculo em repertório desde 2013 Concepção: A Luva e a Pedra é um texto de Quiqué Fernadez, autor e ator Argentino radicado em Madrid. O grupo entrou em contato com o autor e com sua montagem do referido espetáculo em 2011, quando participou do Festival CASA, em Londres. O interesse do grupo sobre o texto surgiu principalmente por se tratar de um trabalho que exigia técnica e fisicamente o trabalho de ator. O diretor e ator da montagem do Teatro em Trâmite, André Francisco, procurava um texto vigoroso e ao mesmo tempo capaz de provocar um trabalho técnico detalhado de interpretação naturalista – proposta expressa na pesquisa que o grupo realizava em 2013. A Luva e a Pedra se distinguia porque propõe a interpretação pelo ator do monólogo de alguns personagens, proposta que diversificava o trabalho do ator em uso do corpo e da voz. Apesar de permitir o acesso às técnicas do teatro naturalista de Stanislávski, o texto provocava uma abertura do leq…