segunda-feira, 22 de julho de 2013

O VATICANO É GAY!




O GASTO COM A VINDA DO PAPA PARA O BRASIL PASSAM DE 850 MIL REAIS... E O ESCÂNDALO DO VATICANO COM O ROMANCE GAY PORQUE SERÁ QUE A IMPRENSA NÃO FALA DISSO? PORQUE ESCONDER QUE O MUNDO É GAY E MUITOS PADRES TAMBÉM? 

por Rafael Cordeiro Bombazar.'.

Com um público estimado em 1,5 milhão de pessoas, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013 ocorre entre os dias 23 e 28 de julho, no Rio de Janeiro. O evento, realizado a cada dois ou três anos, promove um encontro internacional de jovens católicos com o Papa.

A última edição da JMJ ocorreu em 2011, em Madri, na Espanha, e reuniu cerca de 2 milhões de pessoas, de mais de 190 países. O evento marca também a primeira grande visita internacional do papa Francisco desde sua nomeação como líder máximo da Igreja Católica, em 13 de março deste ano.

O Pontífice chega ao Rio de Janeiro na tarde do dia 22 de julho, com retorno a Roma previsto para o dia 28. Sua agenda no Brasil contempla a visita à comunidade de Varginha, no complexo de Manguinhos, na zona norte do Rio, e ao Hospital São Francisco de Assis. Além disso, terá um encontro com a sociedade no Theatro Municipal, no centro da cidade, e ao Santuário de Aparecida, em São Paulo.

O ponto alto fica por conta de duas grandes celebrações na praia de Copacabana, na zona sul do Rio, nos dias 25 e 26.

A cerimônia de recepção do papa Francisco na sede do governo do estado do Rio, o Palácio Guanabara, custará R$ 850 mil. Além do governador Sérgio Cabral, da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer, estarão presentes 650 convidados. Este será o primeiro evento fechado da agenda oficial do pontífice na cidade.

Segundo nota do governo, será servido, na ocasião, um buffet “simples”, incluindo "água, café e biscoito". A assessoria não detalhou os gastos, mas informou que não foi feita nenhuma reforma para a recepção, "apenas uma adequação do Jardim de Inverno", e informou que trabalharão 80 pessoas no evento.

A organização é da empresa Cenários e Cenas, contratada por licitação.

Tirando o fato de gastar só na recepção R$ 850 mil do cofres públicos Brasileiros, dinheiro esse que poderia alimentar instituições que alimentam pobres e brasileiros a mercê da fome, a imprensa não informa que antes da visita do papa ao BRASIL o pontífice teve que apaziguar um escândalo no VATICANO, Envolvendo o chefe da GUARDA-SUÍÇA que faz a segurança do país. Um assessor do papa Bento XVI foi afastado nesta semana por causa de um escândalo sexual envolvendo prostituição gay que sacudiu o Vaticano. As informações são da BBC.

Angelo Balducci, um dos Cavalheiros de Sua Santidade, uma espécie de assistente de elite para o papa quando recebe visitas importantes, foi flagrado em gravações feitas pela polícia dando instruções a um interlocutor sobre detalhes físicos de homens que gostaria que fossem levados a ele.
Segundo a imprensa italiana, o interlocutor era Thomas Ehiem, 29 anos, integrante do famoso coral do Vaticano, que também foi afastado. A polícia italiana havia grampeado o telefone de Balducci durante uma investigação de corrupção separada e não relacionada ao Vaticano.

Em uma das transcrições que vazaram para a mídia, Ehiem descreve um homem como tendo “dois metros, 97 kg, 33 anos e diz que é “completamente ativo”. Em outra, Balducci pergunta a Ehiem se ele já “falou com o seminarista”, ao que ele responde “ele provavelmente está na missa, ou algo assim”.

Um representante do Vaticano disse que o Bento 16 está ciente do escândalo. A transcrição das gravações sugere que Ehiem procurou pelo menos dez homens para Balducci, entre eles, modelos e um jogador de rúgbi.

E mais...

Às vésperas da visita do papa Francisco ao Brasil, a Santa Sé vive o primeiro escândalo do pontificado, com a revelação de uma revista italiana do lobby gay presente no banco do Vaticano. A acusação é de que a pessoa escolhida por ele para liderar a reforma no Instituto para as Obras de Religião (IOR), a instituição financeira da Santa Sé, levou por anos uma vida dupla como diplomata no Uruguai.O jornalista da revista L'Espresso Sandro Magister escreveu relatos sobre o monsenhor d. Battista Mario Salvatore Ricca onde surgem repletos de escândalos sexuais. Apesar de ser religioso e ocupar o cargo de núncio apostólico, teria oferecido trabalho e casa a um capitão da Guarda Suíça, com quem mantinha um caso. Com frequência seria visto em bares com ele e até chegou a ser espancado.

A Santa Sé desmentiu a publicação, mas a revelação fez surgir comentários dentro do Vaticano de que o vazamento da informação já faz parte de um contra-ataque das alas mais conservadoras da Igreja - profundamente irritadas com as atitudes do novo papa. A publicação ainda sai às vésperas de sua primeira viagem internacional ao BRASIL.

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